As obras de Imperial

Roberto Carlos e Carlos Imperial Carlos Eduardo da Corte Imperial, conhecido simplesmente por Carlos Imperial, foi um produtor artístico e personalidade do show business brasileiro.

Imperial foi pianista e acordeonista, tendo feito algumas participações no conjunto Os Terríveis, além de compositor e de ter influído no lançamento da carreira de vários artistas famosos.

Hoje vamos postar dois “sambas” compostos por Carlos Imperial, no ano de 1959.

No final da década de 50, Imperial passou a apresentar o programa Clube do Rock na TV Tupi. Seu conterrâneo, Roberto Carlos (Carlos Imperial também nasceu em Cachoeiro do Itapemirim – ES), lançado pelo programa, apresentava-se cantando “bossa nova”. Em 1959 Imperial compôs “João e Maria“, em parceria com Roberto, e “Fora do Tom“, dois “sambas” que foram gravados por Roberto Carlos.

Este foi o primeiro disco gravado por Roberto Carlos, em 78 RPM.

Imperial desejava lançar Roberto como o “príncipe da bossa nova“, mas o cantor foi considerado imitador de João Gilberto e o disco não fez sucesso.

Ouça e curta: “João e Maria“, de Imperial e Roberto, na voz de Roberto Carlos.

Agora ouça e curta: “Fora do Tom“, de Imperial, na voz de Roberto Carlos.

Segundo o bordão de Imperial: “Dez, Nota Dez !”.

Se você gostou de nosso post, cadastre-se como seguidor.

The Point Carioca - Blog

Clique em CURTIR e Compartilhe.

Anúncios

Outro Grande Sucesso de Imperial

A Praca Essa bela composição de Carlos Imperial foi lançada por Ronnie Von no ano de 1967.

Ronnie Von, é um apresentador, empresário, administrador, sommelier, cantor, compositor, músico e escritor brasileiro. Iniciou sua carreira na época da Jovem Guarda, fazendo sucesso com as canções “A Praça (de autoria de Carlos Imperial) e “Meu Bem (uma versão em português do próprio Ronnie para a música “Girl dos Beatles).

Vamos curtir esse grande sucesso de Imperial que, desde o início até hoje, é o prefixo musical do programa “A Praça é Nossa”.

Vejam, também, o depoimento de Carlos Imperial sobre o prefixo musical.

Carlos Imperial fez história na MPB.

The Point Carioca - Blog

Clique em CURTIR e Compartilhe.

Relembrando Twist

TWIST Esse sucesso reuniu um monte de artistas que integravam a Jovem Guarda.

Trata-se de “Eu quero Twist”, uma composição do ano de 1962, de autoria de Carlos Imperial em parceria com Erasmo Carlos.

A música fez parte do LP “TWIST”, de Renato e Seus Blue Caps, cantada por Reynaldo Rayol. O disco ainda contou com a participação de Cleide Alves.

Reynaldo é irmão dos também cantores Agnaldo Rayol e Ronaldo Rayol.

Atualmente o cantor se dedica à produção artística.

Vamos curtir e relembrar e gostoso twist na voz de Reynaldo Rayol, que completou 72 anos nesta semana.

The Point Carioca - Blog

Clique em CURTIR e Compartilhe.

Um dos grandes sucessos de Imperial

O Bom Hoje vamos relembrar um dos grandes sucessos de autoria de Carlos Imperial.

Polemico, se autodeclarava “rei da pilantragem” e vivia com seu estilo irreverente e libertino.

Justiça seja feita, Imperial influenciou a cultura brasileira, participando nos lançamento das carreiras de Roberto Carlos, Paulo Sérgio, Elis Regina, Tim Maia, Wilson Simonal, Clara Nunes e inúmeros outros artistas. Além disso, produziu filmes, peças de teatro, programas de televisão e compôs vários sucessos musicais.

No Carnaval de 1984, Imperial se notabilizou por divulgar as notas dos jurados com a expressão “Dez, nota dez!“, que se tornou um bordão.

No vídeo abaixo vamos relembrar um sucesso de 1967, gravado por Eduardo Araújo: “O Bom”, composição de Carlos Imperial. Nesse mesmo ano Eduardo também gravou “Vem Quente Que Eu Estou Fervendo”, também de autoria de Imperial e que havia sido gravado anteriormente por Erasmo Carlos.

Como é informado na descrição do vídeo, trata-se do Programa Ensaio da TV CULTURA, exibido em 26 de Julho de 2007. Eduardo Araújo contou com a participação de Sylvinha Araújo, sua esposa.

The Point Carioca - Blog

Clique em CURTIR e Compartilhe.

Em tempos Pré-Carnavalescos

Duetos ao Vivo Um sucesso dos anos 60. Você Passa, Eu Acho Graça é o segundo álbum de estúdio da cantora brasileira Clara Nunes. Foi lançado no final de 1968 pela Odeon Records. Apesar de conter o sucesso homônimo, composto por Ataulfo Alves e Carlos Imperial, o álbum foi um fracasso de vendas, sendo que apenas 6.900 cópias foram comercializadas à época do seu lançamento. Apesar disso, ”Você Passa, Eu Acho Graça” foi um importante divisor na carreira da cantora, sendo que nesse álbum ela registrou seus primeiros sambas; seu primeiro álbum, A Voz Adorável de Clara Nunes (1966), tinha um conceito mais romântico.

Relembrem o sucesso de Ataulfo Alves e Carlos Imperial na bela interpretação de Cássia Eller e Noite Ilustrada.

The Point Carioca - Blog

Assinem e Compartilhem nosso Blog.

APÓIEM O BLOG VISITANDO OS SITES DE NOSSOS ANUNCIANTES.