Ivan Lins em mais um show de jazz

Festival O vídeo abaixo mostra a excelente apresentação de Ivan Lins e banda no Festival Internacional de Jazz de San Javier, na região de Murcia – Espanha, no ano de 2017.

O Festival acontece desde 1998, anualmente, e ganhou o título de Festa de Interesse Turístico Regional no ano de 2004.

Acompanhando Ivan Lins, temos: Cláudio César Ribeiro (Guitarra); André Sarbib (Piano); Nema Antunes (Baixo); e Chris Wells (Bateria).

A música eh “Daquilo Que Eu Sei”, composição de Ivan Lins e Vitor Martins.

Vale a pena ver, curtir e compartilhar.

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Cai o Rei

Ivan Lins Dia marcante na história atual do nosso Brasil.

Mais uma batalha vencida, nessa enorme guerra da sociedade contra a corrupção que assola o país.

O grande líder, aquele que se acha o mais honesto de todos, o que nunca viu, nunca soube de nada, nunca fez nada, acaba de ter sua prisão decretada.

Muitos ainda acham que tudo se trata de uma grande armação política, um golpe contra quem diz que lutou pela classe trabalhadora.

Pelo menos, apesar de muita apelação e artifícios de excelências contrárias, a justiça parece começar a ser feita no Brasil.

Vale a pena relembrar um grande sucesso de Ivan Lins, composto com Vitor Martins, lançado no ano de 1978 no álbum Nos Dias de Hoje.

A canção, lançada durante o período do regime militar, se encaixa perfeitamente nos dias atuais, onde a insegurança e violência das cidades não nos permite ficar em bares com amigos, conversar na esquina, ou simplesmente caminhar pela orla da praia. Uma sociedade vítima do descaso das autoridades e da corrupção.

Vamos curtir “Cartomante” na interpretação de Ivan Lins.

Tudo o que vai, um dia volta. Ou, aqui se faz, aqui se paga.

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História da Música : Lembra de Mim

Ivan Lins O texto abaixo foi copiado da página de Ivan Lins no Facebook.

Ivan conta a história da música “Lembra de Mim”, composta em parceria com Vitor Martins.

Amigos,
“Lembra de Mim” foi composta em 1992, em Woodland Hills, L.A, Califórnia e faz parte de uma coletânea de canções feitas nesse período, que chamei de “Saudades do Rio”.
Já que não aguentava mais aquela cidade sem esquinas, onde você perde 6 horas por dia dentro de um automóvel, se não mais.
Muita saudade de meus parentes e amigos, e da natureza estonteante.
Pois bem, a melodia até que saiu rápido, mas havia certa melancolia em mim. Quando voltei ao Brasil, essa música ficou guardada por quase 2 anos. No final de 1994 comecei a pré-produção do CD “Anjo de Mim”, num apart hotel, em Sampa e foi ali que desovei 3 canções da coletânea, incluindo “Lembra de Mim”. Não tinha letra ainda, mas já estava nas mãos do Vitor Martins.
Quando chegou a letra, me deu um aperto no coração. Me veio a lembrança de uma paixão de juventude, que terminou quase bruscamente, me deixando mal quase 2 anos. Além de nunca mais ter visto, sentia medo de um dia reencontrá-la, para dizer a verdade.
O que realmente aconteceu há 10 anos, na saída de um show, no extinto Canecão, me balançou, mas depois passou.
Curiosamente, não sei se o Vitor pensou em alguém quando escreveu a letra. Ele é muito fechado nesses assuntos.
Mas o texto veste bem, tanta gente, né?
Abraços,
Ivan

Agora, curtam esse grande sucesso desta famosa dupla da MPB, que fez parte da trilha sonora nacional da novela “História de Amor“, da Rede Globo.

Para ver a letra da música, clique aqui.

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História da Música : Bilhete

Ivan Lins A nossa história de hoje foi copiada da página do Facebook do próprio Ivan Lins.

A música se chama “Bilhete”, composta em parceria com Vitor Martins.

Amigos,
“Bilhete” foi composta em dezembro de 1979, em Teresópolis, em nossa ex-casa, no Ingá.
Eu e meu letrista e amigo Vitor já estávamos tentando fazer uma canção fazia dias e nada.
O clima começou a ficar desagradável. Começamos a nos estranhar.
Eis que nossa empregada, Dona Carmelita, reparando a situação, veio a nós e nos recomendou uma rezadeira que ela conhecia, chamada (pasmem) Madalena.
Fomos lá. Era numa pequena favela (hoje grande), no Caxangá. Subimos e chegamos à casinha dela. Dona Madalena era uma senhora branca, tipo nórdica, cabelos desgrenhados e simpática. Dona Carmelita explicou a ela que nós precisávamos de uns passes.
Aí ela foi para um canto e se concentrou e de repente estremeceu toda e recebeu uma entidade. Pegou um caderno e começou a escrever rabiscos nervosos, páginas e páginas, numa velocidade incrível, quando acabou, voltou para o canto, estremeceu de novo e voltou ao que era, e passou a traduzir a rabiscada toda: MAL OLHADO, INVEJA BRABA.
Virou-se para Vitor e disse pra ele acender uma vela numa pedra na beira de um rio e dedicar a uma entidade tal. Virou-se para mim também e disse para eu acender uma vela num descampado e dedicar a uma outra entidade. Já eram umas 20h da noite. Saímos de lá e Vitor logo achou o rio e acendeu a sua vela. Demorei a achar um descampado. Peguei minha vela, acendi e vi que não tinha pavio. Saímos atrás de outra vela, era domingo, tudo fechado. Acabei ganhando uma vela numa padaria.
Voltei ao descampado e acendi, dedicando a tal entidade. Voltamos para casa.
Dia seguinte, à tarde, minha sobrinha Heliane atende a um telefonema e vem me chamar dizendo que era um tal de Bíblia ou coisa parecida. Atendi e era o Quincy Jones, dizendo maravilhas de minhas músicas e nos convidando para Los Angeles, para saber o que ele estava preparando para nossas canções.
Minha carreira internacional começou ali.
Claro que no dia seguinte já estávamos inspiradíssimos e a primeira que saiu foi “Bilhete”.
Fiquei meio assustado com o tema, dizendo pra mim mesmo que nunca gostaria de cantar aquilo.
A inspiração não ficou só nisso. Fizemos mais umas 3 canções, entre elas “Atrevida”, que Simone e Isabella Taviani gravaram.
Canções femininas. Acho que a entidade do Vitor era uma mulher.
Gravei “Bilhete” no disco “Novo Tempo” de 1980. Ano seguinte Fafá de Belém grava e estoura a música nas paradas, com um arranjo belíssimo de César Camargo Mariano.
Dois anos depois ganhei meu “Bilhete”. O que eu temia aconteceu.
Fazer o quê?
Beijos,

Ivan

Agora vejam e curtam a bela interpretação de Ivan Lins e banda.

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Letra da Música:

Fontes:

História da Música : “Vitoriosa”

Quem conta a história da música “Vitoriosa”, de Ivan Lins e Vitor Martins, composta em 1984, é o próprio Ivan Lins, em sua página do Facebook, que reproduzimos a seguir :

10698522_938799806134368_712641742729928915_nVitoriosa” começou a ser composta apenas a melodia, num vôo de Sampa para o Rio. Um começo de melodia começou a vir, peguei um papel qualquer, desenhei uma pauta e escrevi o pedaço que martelava na minha cabeça. Dia seguinte, na passagem de som de um show no Canecão, retomei o pedaço, me inspirei em Caetano, pus a imagem da minha esposa Valeria na minha frente e caetaneei o resto da melodia. Pedi ao Gabriel Neto, nosso engenheiro de som, para gravar a melodia que foi feita. No dia seguinte, em outra passagem de som, voltei a ficar cantando a melodia. Neste dia, meu filho Claudio estava comigo, chegou perto de mim e começou a cantar uma introdução, com aquela voz de menino de 12 anos (estávamos em 1984) e ficou muito bonito. Pedi novamente ao Gabriel para gravar tudo e me fazer uma fita k-7. Na outra semana mandei uma cópia da fita para o Vitor Martins, disse que tinha feito para a Valeria e ele escreveu aquela letra. Na gravação final da música, um ano depois, que foi feita em New York, com arranjo do Dave Grusin, foi mantida a introdução do Claudio, com a voz dele. Em 1986, foi incluída na novela Roque Santeiro e explodiu no país inteiro. E está aí a historinha.

E, aí curtiram de saber como ela foi feita?

Beijos, Ivan

Curtam o vídeo com a bela interpretação de Ivan Lins :

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Mais um ano se passou…

Bem, neste dia de meu aniversário, me reservo o direito de escolher uma boa música.

Nada como “Novo Tempo”, de Ivan Lins / Vitor Martins.

Aproveitando esses momentos de manifestações do povo brasileiro, fico na torcida para que consigamos mudar para melhor o nosso grande Brasil.

Curtam :

Abraços em todos.

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Letra da Música:

Fontes: