Tropicalista italiano?

Gil e Chiara Recebi o vídeo que estou postando hoje de uma Amiga no WhatsApp.

A música, de imediato, me fez lembrar os idos de 60, em que as canções românticas italianas imperavam nas rádios nacionais.

O sucesso italiano também alcançava o cinema, e isso alimentava o gosto pelas belas canções.

Vários cantores e cantoras ganharam fama nessa década, entre eles: Pepino Di Capri, Pino Donaggio, Rita Pavone, Ornella Vanoni, e outras.

Bem, voltando ao vídeo de hoje, percebemos uma curiosidade no dueto que interpreta a música: a cantora italiana, Chiara Civello, nasceu 10 anos após o lançamento da canção e o cantor brasileiro, Gilberto Gil, era do movimento tropicalista, nada tendo em comum com o pop-romântico.

A música chama-se “Io che non vivo senza te”, lançada por Pino Donaggio no Festival de Sanremo de 1965. O mesmo Festival que, em 1968, teve como vencedora a canção “Canzone Per Te”, de Roberto Carlos e Sergio Endrigo.

Vale a pena curtir e compartilhar.

Quanta saudade dos Festivais daquela época.

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E quem não curte um brega?

Sidney Magal Todo mundo já torceu o nariz para alguns desses sucessos. Mas, o que muitos não querem assumir é que, na verdade, apreciam e curtem uma bom “brega”.

Aliás, o termo “brega” utilizado nas músicas iniciou na década de 70, e se firmou na 80, elegendo Reginaldo Rossi como “o Rei do Brega”. Até os rocks de Elvis Presley, Paul Anka e outros, foram considerados “brega” por alguns “intelectuais” da crítica musical.

Mas, desde a década de 70 vários artistas trilharam por essa vertente da MPB, entre eles Sidney Magal, que emplacou diversos sucessos, criando um estilo próprio de interpretação.

O cantor, que nos dias atuais assumiu o cabelo grisalho, continua fazendo grande sucesso por todos os lugares em que se apresenta.

Enfim, hoje vamos relembrar alguns desses sucessos, com Magal interpretando um Pout-Pourri de suas canções.

Espero que gostem.

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Roberto e Erasmo em uma nova leitura

Livreto.indd Quem diria que os sucessos do tempo da Jovem Guarda ainda estariam agitando as platéias desse novo milênio.

Mas continua, e é o que prova Luiza Possi, que gravou “O Portão” com uma leitura mais para o “rock”, mais pesado.

O sucesso da dupla Roberto Carlos e Erasmo Carlos foi lançado por Roberto em seu álbum de 1974.

O vídeo, que você vai assistir abaixo, faz parte do DVD de Luiza Possi, Seguir Cantando, lançado em 2011.

Luiza, que nasceu no ano de 1984, grava e curte uma canção lançada 10 anos antes de seu nascimento. O mesmo acontece com a maioria dos jovens de hoje, que curtem sucessos dos anos 60, 70 e 80.

Enfim, parece que a Jovem Guarda ainda está viva, mesmo que em uma nova leitura.

Vamos curtir.

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Relembrando Dominguinhos

Fagner O grande e saudoso instrumentista, exímio em sua sanfona (acordeão), nos deixou há mais de 4 anos. Ficaram, porem, inúmeros sucessos que enriquecem a nossa MPB, compostos durante sua brilhante carreira.

Foi vencedor, por duas vezes, do Grammy Latino. Também ganhou o Prêmio Shell de Música e foi Homenageado no Prêmio Tim de Música Brasileira.

Um dos grandes sucessos de Dominguinhos, composto em parceria com Manduka, foi lançado e gravado por Fagner, na segunda edição de seu álbum Eu Canto – Quem Viver Chorará, em 1979.

O nome da música: “Quem Me Levará Sou Eu“.

A gravação da canção contou com o autor, Dominguinhos, no acordeão, e João Donato, no piano.

Vale a pena curtir.

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