Vital e sua moto

Os Paralamas do Sucesso - Cinema Mudo Pode ser que sim, como também pode ser que não, mas, quem era o Vital da música do grupo Os Paralamas do Sucesso?

A história dos Paralamas se inicia com a vinda de Herbert Vianna de Brasília para o Rio de Janeiro, em 1977, para estudar no Colégio Militar, onde reencontrou uma amigo de infância, Bi Ribeiro.

Herbert, guitarrista, e Bi, baixista, convidam o amigo Vital Dias, baterista, para formarem uma banda de rock.

Jah em 1981, ensaiavam em um sítio em Mendes, interior fluminense, e na casa da avó de Bi, em Copacabana. Agregaram mais dois amigos como vocalistas, até se decidirem fazer a coisa de forma profissional.

Os vocalistas desistiram do projeto e coube a Herbert assumir a parte vocal.

No ano de 1982, em um show na Universidade Rural do RJ, o baterista Vital faltou ao evento e foi substituído por João Barone, que continua até hoje.

Estava formada a banda Os Paralamas do Sucesso, que muitos pensam ser parte da turma do “rock de Brasília” – como Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial –, por terem amizade com estas bandas, além de Herbert e Bi terem vindo da capital brasileira, o Paralamas foi formado no Rio de Janeiro, em Seropédica, município fluminense.

Bem, coincidência ou não, a primeira faixa do primeiro álbum do Paralamas é “Vital e Sua Moto”, lançada em 1983 no LP Cinema Mudo.

Será o mesmo Vital?

Vamos curtir e compartilhar.

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Ney e Marcello interpretando Noel

Marcello Goncalves O vídeo de hoje mostra parte do show do violonista Marcello Gonçalves realizado no Viva Rio, na Cidade do Rio de Janeiro, em Dezembro de 2007.

Marcello convidou o excelente cantor Ney Matogrosso para, juntos, interpretarem “Último Desejo”, de Noel Rosa.

A composição de Noel Rosa foi feita em 1937 e, até hoje, é sucesso em rodas de samba e serestas.

Vamos curtir e compartilhar.

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Japonesa cantando Raul

Tsubasa Já postamos em 2017 um vídeo em que a cantora Tsubasa Imamura, japonesa que ficou mais conhecida após postar vídeos no YouTube cantando músicas em português, interpretando “Ciúme” em dueto com Roger, do Ultraje a Rigor (clique aqui para ver o post).

Hoje vamos postar o vídeo em que essa mesma cantora, Tsubasa Imamura, interpreta um sucesso de Raul Seixas: “Tente Outra Vez”.

A cantora apresenta, também, a versão japonesa dessa música.

Vale a pena curtir e compartilhar.

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E qual foi o primeiro rock no Brasil?

Heleninha Silveira Bem, essa história do primeiro rock’n’roll no Brasil pode se dividir em três partes.

O “primeiro rock gravado” no Brasil foi em 1955, pela cantora Nora Ney, interpretando “Ronda das horas”, título brasileiro dado ao sucesso americano “Rock around the clock” de Bill Halley e seus Cometas. A gravação foi feita em um disco de 78 RPM e manteve a letra original, em inglês.

Depois, ainda em 1955, Heleninha Silveira gravou a “primeira versão brasileira de rock”, com o mesmo título, também em um disco de 78 RPM.

Então, em 1957, foi gravado o “primeiro rock genuinamente brasileiro”, “Rock and Roll em Copacabana”, por Cauby Peixoto (que já postamos, para rever clique aqui), em um disco de 78 RPM, claro.

Hoje vamos relembrar, curtir e compartilhar a gravação de Heleninha Silveira, “Ronda das Horas”, a versão de “Rock Around the Clock”.

Enfim, essas foram as “primeiras” gravações de rock no Brasil.

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Agostinho dos Santos cantando rock?

Agostinho dos Santos Pois é, essa “novidade” poucos conhecem.

O saudoso cantor/compositor Agostinho dos Santos, que teve sucessos como  Manhã de Carnaval”,Felicidade, e diversas músicas de Tom Jobim e Dolores Duran, além de intérprete de bossa nova, teve uma rápida passagem pelo rock’n’roll nos anos 50.

A gravação é de 1956, em um disco de 78 RPM.

O nome da canção é “Até Logo, Jacaré“, versão de Júlio Nagib para “See You Later, Alligator“, composição do americano Bobby Charles, lançada por Bill Halley & His Comets em 1955.

Mais uma versão dos velhos rocks das décadas de 50 e 60 que nos traz belas recordações.

Vale a pena curtir e compartilhar.

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Mais uma versão de um astro da Jovem Guarda

Hamilton Di Giorgio Esse cantor/compositor é pouco conhecido pelo grande público. Sua carreira de cantor foi curta, atuou de 1962 ate 1967, onde participou da Jovem Guarda.

O nome dele é: Hamilton Di Giorgio.

Hamilton teve sete discos gravados e mais de 40 versões feitas.

Entre as versões feitas, podemos citar “Lobo Mau”, versão de “The Wanderer”, que ele escreveu e cedeu os direitos autorais em julho/1962. Um grande sucesso gravado por Erasmo Carlos.

Mas, hoje vamos curtir uma versão do hit americano “Come Go with Me”, escrito por Clarence Quick, gravado e lançado pelo grupo The Del-Vikings em 1956.

Hamilton Di Giorgio fez a versão e a lançou no ano de 1962, em um disco de 78 RPM, com o nome de: “Vão Bidu Que Vão”.

Vale a pena curtir, recordar e compartilhar.

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