Sutilmente

Estandarte - SkankSutilmente” é um dos sucessos do álbum Estandarte, 10º disco da banda mineira de pop/rock Skank, lançado no ano de 2008.

A canção, com letra mais apimentada, é uma parceria de Samuel Rosa e Nando Reis, que faz oposição dentro do repertório mais rock apresentado pela banda.

Na parada Brasil Hot 100 Airplay, feita pela revista Billboard Brasil, “Sutilmente” ficou na 2ª colocação das mais tocadas no país, em 2008/2009.

No vídeo você vai curtir Nando Reis junto com Skank interpretando a música.

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História da Música: Resposta

Siderado O ano era 1988.

A banda mineira Skank elaborava a finalização do repertório de seu novo CD, que teria o título de “Siderado”.

Era o quarto álbum da banda e seria gravado nos lendários estúdios Abbey Road, onde os Beatles gravaram tantos sucessos.

Samuel Rosa e os demais integrantes da banda convidaram Nando Reis para contribuir nesse novo repertório.

O resultado foi excelente: Nando Reis, em parceria com Samuel Rosa, produziram a bela canção “Resposta”.

A inspiração da música veio do recente término do relacionamento entre Nando Reis e Marisa Monte.

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Som de Minas + Som dos Beatles + Talento + Sensibilidade = CLUBE DA ESQUINA

Mais uma postagem de nosso amigo e membro participante de nosso Blog, Luiz Renato Portilho Cavalcante, feita no Facebook, que passamos a reproduzir.

“Som de Minas + Som dos Beatles + Talento + Sensibilidade = CLUBE DA ESQUINA, a meu ver um dos movimentos musicais brasileiros mais importantes depois da Bossa Nova de João Gilberto e Tom Jobim.”

Luiz Renato postou o clipe da música “Clube da Esquina Nº 2”, de Lô Borges / Milton Nascimento / Marcio Borges, do DVD – Intimidade Lô Borges, com Lô Borges cantando junto com Samuel Rosa (do Skank).

Agradecemos, mais uma vez, a bela publicação de Luiz Renato.

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Letra da Música:

Fontes:

E, continuando com o Rock Mineiro… SKANK

SkankSkank é uma banda brasileira de rock alternativo e ska (ritmo jamaicano precursor do reggae) formada por Samuel Rosa (guitarra e voz), Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria), em março de 1991 em Belo Horizonte.

A banda já vendeu mais de 6 milhões de discos entre CDs e DVDs.

Já no seu segundo disco, Calango, lançado em 1994, vendeu mais de 1 milhão de cópias, tendo músicas como “Jackie Tequila” e “Te Ver” que se tornaram hits cantados por todo o país.

No dia 19 de junho de 2010, o Skank gravou, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, o CD, DVD e Blu Ray, “Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão“. O show recebeu mais de 50 mil pessoas e foi o último evento realizado no estádio, antes de seu fechamento para reformas visando a Copa do Mundo de 2014.

Vamos ver a apresentação de “Jackie Tequila” nesse Show:

Também no seu segundo álbum, Skank incluiu o sucesso de Roberto Carlos & Erasmo Carlos,É Proibido Fumar”, com uma “roupagem” nova. Vejam o clipe oficial (vencedor da categoria “Melhor Vídeo Clip” do Prêmio Multishow de 94):

O disco seguinte, O Samba Poconé (1996), levou o grupo a se apresentar na França, Estados Unidos, Chile, Argentina, Suíça, Portugal, Espanha, Itália e Alemanha. Mais bem sucedido álbum do Skank, com 1,8 milhões de cópias vendidas.

A música “Garota Nacional” foi sucesso no Brasil e liderou a parada espanhola (na versão original) por três meses. Vejam o clipe oficial :

Siderado é o quarto álbum do Skank. Vendeu 750.000 cópias.

Marca o início das “experimentações”, com mais guitarras e teclados e menos sax, com inclusive uma música que possui só uma orquestra, “Resposta”, feita em parceria com Nando Reis.

Vejam o clipe oficial:

E, por hoje, vamos terminar com o quinto álbum de estúdio da banda, que contém notável influência de The Beatles e Clube da Esquina. Este disco é considerado como um grande salto na carreira do quarteto, refletindo um amadurecimento tanto nas melodias quanto nas letras.

Trata-se de Cosmotron, lançado em 2003, que inclui a música “Vou Deixar”. Vejam a apresentação no Mineirão, também gravada no DVD:

SKANK também é sucesso no The Point Carioca.

Letras das Músicas:

Fontes:

Tributo a Pilantragem

Ninguém Sabe o Duro que DeiQuem nunca ouviu falar “da Graça, do Charme, da Beleza e do Veneno da Mulher Brasileira” ?
Quem nunca cantou “Meu Limão, Meu Limoeiro” ?
Quem nunca cantou “Mo… Num Pa Tro Pi… Abençoa Por De… E Boni.. Por Nature.. Ma Que Bele…Em Fevere… Em Fevere… Tem Carna…” ?
Pois essas frases, músicas e termos eram usados pelo primeiro “Interteinement Man” que o Brasil teve, nos idos de 1960/1970… Esse grande interprete era Wilson Simonal.
Era o carioca legitimo, com um swing pessoal, uma voz limpa, presença de palco incomparável. O “Rei da Pilantragem”, titulo criado por Carlos Imperial, compositor e um dos responsáveis pelo seu lançamento e sucesso.
Simonal conquistava e comandava a plateia, fazendo com que todos participassem dos seus shows.
Conquistou o mundo, divulgando a bossa nova e o seu samba soul.
Condenado ao ostracismo pelos órgãos de comunicação e pela covardia de toda a classe artística, que o julgaram “dedo duro” na época da ditadura militar, acabou se entregando ao alcoolismo e , em decorrência, morreu de cirrose hepática aos 62 anos.
Claudio Manuel  (Casseta & Planeta), auxiliado pelos dois filhos de Simonal, e por artistas e críticos da época lançou em 2009 o documentário Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei.

Você pode assistir a esse documentário aqui, no The Point Carioca, com duração de 1:26:21 hs. 

Como o próprio Claudio Manuel disse : “Para ele, não teve anistia”.
O vídeo abaixo mostra Samuel Rosa, do Skank, cantando “Carango”, música que deu origem ao nome do documentário, no Baile do Simonal, Especial da Globo de 2009.

Para ver a letra da música “Carango”, clique aqui (nesse mesmo link você poderá ouvir a gravação original na voz de Simonal).