Pérola Negra

Luiz Melodia Hoje acordamos com a triste notícia de falecimento do cantor/compositor Luiz Melodia.

Luiz Melodia tinha apenas 22 anos e vivia no Morro de São Carlos, no bairro do Estácio – Rio de Janeiro, quando foi “descoberto” por dois grandes freqüentadores do morro: o poeta Wally Salomão e o jornalista Torquato Neto.

Wally introduziu Melodia na turma “tropicalista”, enquanto Torquato, através da sua coluna no jornal “Última Hora”, divulgava o trabalho desse jovem magrinho com composições interessantes do Morro de São Carlos.

Daí, através de Wally, Gal Costa conheceu Luiz Melodia, que se tornaria um de seus compositores prediletos.

A primeira canção que foi gravada por ela foi “Pérola Negra”, no disco “Gal a Todo Vapor” de 1972.

Nesse mesmo ano, Maria Bethânia gravou uma outra composição de sua autoria: “Estácio, Holly Estácio“.

Depois disso foram inúmeros sucessos, que abrilhantam a nossa MPB.

Vamos relembrar e curtir “Pérola Negra”, na interpretação do autor.

O músico faleceu na madrugada do dia 4 de agosto de 2017, aos 66 anos de idade, em decorrência do agravamento de um câncer na medula óssea.

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Voltando aos Nomes de Mulheres na MPB: Madalena

1972 - Barra 69- Caetano E Gil Ao Vivo Na Bahia Assim que você leu o título do post, aposto que imaginou e até cantarolou o sucesso de Ivan Lins.

E isso é um ato normal, afinal a “Madalena” de Ivan Lins, além do sucesso nacional impulsionado pela bela interpretação de Elis Regina, rodou o mundo.

Mas hoje estamos falando de uma composição de Isidoro Oliveira, lançada no álbum Barra 69 – Caetano e Gil Ao Vivo na Bahia.

O disco apresenta o show que foi gravado de forma precária em uma fita cassete, em 1969. Posteriormente, em 1972, o produtor Nelson Motta convenceu a gravadora Phillips a recuperar essa gravação e lançar o LP.

Então, para relembra e curtir : “Madalena (Entra em Beco, Sai em Beco)” na interpretação de Gilberto Gil.

O álbum foi gravado ao vivo por Caetano Veloso e Gilberto Gil no Teatro Castro Alves, em Salvador – BA, no ano de 1969.

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A Minha Menina

Os Mutantes Uma das coisas que costumo fazer quando estamos de “férias” pelo Rio de Janeiro é comprar CDs, DVDs e Livros. E desta última vez não foi diferente, apesar de ter um limite muito pequeno nas malas.

Um dos CDs que encontrei foi o A ARTE DE Os Mutantes”. Gosto muito deste tipo de CD. Tipo “coletânea”, tipo “o melhor de”, tipo “discográfico”.

Agora estou curtindo e ouvindo o CD e relembrando os tempos em que Os Mutantes faziam a platéia delirar em seus shows. Não eram “mega-eventos”, nada de “super-produção”, apenas um palco, um jogo de luzes simples e coloridas, amplificadores espalhados pelo espaço e estava pronto… o talento dos artistas dava conta do recado. Essa é a lembrança que tenho de um show do Os Mutantes no Colégio André Maurois, que assisti com o amigo Luiz Renato nos belos anos 60…

Mas, voltando ao CD, a segunda faixa do mesmo é “A Minha Menina”, composição de Jorge Ben Jor (naquela época ainda era chamado apenas de Jorge Ben).

Já postei, há 5 anos, essa mesma música do grupo, porém com uma formação mais atual… Agora, no clipe abaixo, você vai relembrar a gravação “original”.

Nada contra o grupo atual, mas não existe nada como o “ORIGINAL”.

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Panis et Circencis

Tropicalia ou Panis et Circencis “Tropicália ou Panis et Circencis” é um álbum de estúdio lançado por Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Nara Leão, Os Mutantes e Tom Zé em julho de 1968.

O LP ficou em 2º lugar na lista dos 100 maiores discos da música brasileira, feita pela revista Rolling Stone Brasil.

O álbum tem uma irreverente capa, elaborada como uma paródia do álbum dos The Beatles, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, bem como as faixas musicais sucedem-se sem haver interrupções.

A terceira faixa do álbum é “Panis et Circencis” (Gilberto GilCaetano Veloso), interpretada pelo grupo Os Mutantes.

A canção se tornou o grande hino do movimento Tropicália, que estourou no Brasil no final da década de 1960.

Vamos curtir e relembrar esse grande sucesso na interpretação de Rita Lee, que na época era uma das integrantes do grupo Os Mutantes.

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Mais uma Dica de nossos Seguidores: Domingo no Parque

Apresentacao de Domingo no Parque - III Festival da MPB - Record Recebemos, por e-mail, uma grande colaboração do nosso seguidor Virgílio Gaspar.

Amante da nossa MPB, Virgílio enviou-nos diversas “dicas” de sucessos e, hoje, iremos postar a primeira.

Virgílio conta:

Domingo no Parque é uma canção de Gilberto Gil, lançada em 1967. Trata-se de uma música narrativa, que conta a história de dois rapazes amigos: um deles é José, o rei da brincadeira, e o outro João, o rei da confusão. No fim de semana, ambos foram fazer o que sabiam: divertir-se e brigar, respectivamente. Mas José não ia brigar, quando viu uma moça – Juliana – no parque de diversões e se apaixona, mas é tomado de raiva quando vê Juliana com João, sendo tomado pelo ciúme e cometendo um duplo homicídio passional, levando ao anticlímax final. A música é riquíssima em figuras de linguagem, como as metonímias, anáforas e quiasmos. Nos arranjos, a composição causou violenta polêmica por unir elementos considerados contraditórios da cultura contemporânea, como o som do berimbau, o andamento melódico da letra, que lembra um baião, de um lado, e, de outro, a presença de orquestra de música erudita e o acompanhamento de um conjunto de rock, no caso os Mutantes, o que revoltou muitos fãs tradicionalistas de música brasileira, por causa do uso de guitarra elétrica, considerado então um símbolo do “colonialismo cultural”.

A música foi lançada no III Festival da MPB da Record (SP), em 1967, e ficou em 2º Lugar na Classificação Geral.

Valeu Virgílio !!!

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