A Minha Menina

Os Mutantes Uma das coisas que costumo fazer quando estamos de “férias” pelo Rio de Janeiro é comprar CDs, DVDs e Livros. E desta última vez não foi diferente, apesar de ter um limite muito pequeno nas malas.

Um dos CDs que encontrei foi o A ARTE DE Os Mutantes”. Gosto muito deste tipo de CD. Tipo “coletânea”, tipo “o melhor de”, tipo “discográfico”.

Agora estou curtindo e ouvindo o CD e relembrando os tempos em que Os Mutantes faziam a platéia delirar em seus shows. Não eram “mega-eventos”, nada de “super-produção”, apenas um palco, um jogo de luzes simples e coloridas, amplificadores espalhados pelo espaço e estava pronto… o talento dos artistas dava conta do recado. Essa é a lembrança que tenho de um show do Os Mutantes no Colégio André Maurois, que assisti com o amigo Luiz Renato nos belos anos 60…

Mas, voltando ao CD, a segunda faixa do mesmo é “A Minha Menina”, composição de Jorge Ben Jor (naquela época ainda era chamado apenas de Jorge Ben).

Já postei, há 5 anos, essa mesma música do grupo, porém com uma formação mais atual… Agora, no clipe abaixo, você vai relembrar a gravação “original”.

Nada contra o grupo atual, mas não existe nada como o “ORIGINAL”.

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Olha o Boca Livre aí, gente !!!

Boca Livre Hoje amanhecemos com mais uma notícia de operação da Polícia Federal. Agora, a “Operação Boca Livre” mostra para a população o escandaloso e gigantesco desvio de dinheiro, sob o manto da “Lei Rouanet”. Várias prisões e diligências foram feitas em diversos locais, para apreensão de documentos e contratos que comprovam as fraudes, inclusive no Ministério da Cultura (aquele que deixou de existir, virou Secretaria, e, depois de grande movimentação de “artistas beneficiados pelos incentivos da Lei”, voltou ao status de Ministério).

Com certeza a classe artística deverá se manifestar em apoio a Operação.

Mas, enquanto esperamos por essa nobre manifestação, vamos recordar um velho sucesso dos Os Mutantes, interpretado pelo grupo Boca Livre: “Panis et Circense” (composição de Gilberto Gil e Caetano Veloso).

Enquanto eles roubam o dinheiro, oferecem Pão e Circo para o povo.

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Um medley com Ordinarius

Ordinarius O post de hoje é devido a uma postagem de minha irmã no Facebook.

Trata-se de um vídeo do grupo Ordinarius.

Já postei anteriormente um outro vídeo deste grupo e, indiscutivelmente, eles são de arrepiar. Muito bom mesmo, como diria uma amiga mineira.

No vídeo eles interpretam um medley das músicas “Balada do Louco” e “Bicho de Sete Cabeças”.

Balada do Louco“, de Arnaldo Baptista e Rita Lee, foi o grande sucesso do álbum Mutantes e Seus Cometas no País dos Baurets, do grupo Os Mutantes, lançado em 1972 e um dos maiores da carreira do grupo. Já “Bicho de Sete Cabeças” é uma obra prima da MPB, composta por Geraldo Azevedo e Zé Ramalho.

O medley ficou sensacional. Vejam e confiram.

A formação do sexteto Ordinarius neste vídeo é: Augusto Ordine; Andre Miranda; Fernanda Gabriela; Gustavo Campos; Luiza Sales; e Maira Martins.

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Panis et Circencis

Tropicalia ou Panis et Circencis “Tropicália ou Panis et Circencis” é um álbum de estúdio lançado por Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Nara Leão, Os Mutantes e Tom Zé em julho de 1968.

O LP ficou em 2º lugar na lista dos 100 maiores discos da música brasileira, feita pela revista Rolling Stone Brasil.

O álbum tem uma irreverente capa, elaborada como uma paródia do álbum dos The Beatles, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, bem como as faixas musicais sucedem-se sem haver interrupções.

A terceira faixa do álbum é “Panis et Circencis” (Gilberto GilCaetano Veloso), interpretada pelo grupo Os Mutantes.

A canção se tornou o grande hino do movimento Tropicália, que estourou no Brasil no final da década de 1960.

Vamos curtir e relembrar esse grande sucesso na interpretação de Rita Lee, que na época era uma das integrantes do grupo Os Mutantes.

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Mais uma Dica de nossos Seguidores: Domingo no Parque

Apresentacao de Domingo no Parque - III Festival da MPB - Record Recebemos, por e-mail, uma grande colaboração do nosso seguidor Virgílio Gaspar.

Amante da nossa MPB, Virgílio enviou-nos diversas “dicas” de sucessos e, hoje, iremos postar a primeira.

Virgílio conta:

Domingo no Parque é uma canção de Gilberto Gil, lançada em 1967. Trata-se de uma música narrativa, que conta a história de dois rapazes amigos: um deles é José, o rei da brincadeira, e o outro João, o rei da confusão. No fim de semana, ambos foram fazer o que sabiam: divertir-se e brigar, respectivamente. Mas José não ia brigar, quando viu uma moça – Juliana – no parque de diversões e se apaixona, mas é tomado de raiva quando vê Juliana com João, sendo tomado pelo ciúme e cometendo um duplo homicídio passional, levando ao anticlímax final. A música é riquíssima em figuras de linguagem, como as metonímias, anáforas e quiasmos. Nos arranjos, a composição causou violenta polêmica por unir elementos considerados contraditórios da cultura contemporânea, como o som do berimbau, o andamento melódico da letra, que lembra um baião, de um lado, e, de outro, a presença de orquestra de música erudita e o acompanhamento de um conjunto de rock, no caso os Mutantes, o que revoltou muitos fãs tradicionalistas de música brasileira, por causa do uso de guitarra elétrica, considerado então um símbolo do “colonialismo cultural”.

A música foi lançada no III Festival da MPB da Record (SP), em 1967, e ficou em 2º Lugar na Classificação Geral.

Valeu Virgílio !!!

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