A romântica de Paulo Sérgio Valle

Roberto Carlos 1996 Para os que acompanham o blog, já viram em postagem anterior um Sertanejo composto por Paulo Sérgio Valle, que se tornou um dos maiores sucessos desse estilo musical. (Quem não viu, ou quem quer relembrar, clique aqui).

Mas, além de sucessos de Bossa Nova e desse famoso Sertanejo o nosso grande compositor e letrista fez essa bela canção, em parceria com o maestro Eduardo Lages.

Eduardo Lages, como todos sabem, além arranjador para vários artistas, é também compositor e parceiro de longa data com o cantor Roberto Carlos, com quem trabalha como regente em sua orquestra desde 1977.

A canção que postarei hoje chama-se “Assunto Predileto”, lançada por Roberto Carlos em seu álbum de 1996.

Sem dúvida alguma, uma bela canção romântica desse fabuloso letrista Paulo Sérgio Valle e o maestro Eduardo Lages.

Neste ano de 2017, a cantora Solange Almeida gravou a canção, em seu álbum Sentimento de Mulher (Ao Vivo), com a participação de Eduardo Lages ao piano.

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Parece que a Jovem Guarda não acabou

Fernanda Porto Sério, esse é o sentimento que qualquer um tem ao pesquisar por músicas brasileiras no Youtube.

E não são apenas cantores e intérpretes daquela época. As canções que fizeram sucesso na Jovem Guarda continuam aparecendo nos palcos, interpretadas por cantores que nasceram bem depois daquele movimento musical.

E a platéia gosta. Uma platéia eclética. De todas as idades.

E, por diversas vezes, ainda temos a grata surpresa de alguma música daquele tempo vir a ser incluída em uma trilha sonora de novela atual.

Veja o exemplo de Fernanda Porto, uma cantora paulista de Bossa Nova, interpretando “Sentado A Beira Do Caminho”, de Erasmo Carlos e Roberto Carlos, acompanhada pelo excelente violonista Ulisses Rocha.

Podem curtir a vontade e compartilhar.

Fernanda Porto faz grande sucesso na Europa.

Sentado à Beira do Caminho” foi lançada no formato de compacto simples em maio de 1969 por Erasmo Carlos.

O sucesso fez parte da trilha sonora da novela Alto Astral, na voz de Wanderléa.

A novela Beto Rockfeller chegou a executá-la na íntegra em um capítulo, enquanto o personagem principal caminhava pelas ruas de São Paulo.

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Mais um sucesso cinqüentão

Leo Jaime Outra música do tempo da Jovem Guarda.

Um sucesso que foi lançado no álbum Você Me Acende, de Erasmo Carlos, no ano de 1966.

Depois, em 1988, foi regravado por Leo Jaime, em seu álbum Direto do Meu Coração Pro Seu.

Mais recentemente, em 2009, Adriana Calcanhoto regrava a canção, em seu álbum Partimpim Dois.

Todas as gravações fizeram um enorme sucesso.

O nome da música: “Gatinha Manhosa”, de Erasmo Carlos e Roberto Carlos.

Lembro dos bailes dos anos 60 em que havia uma correria dos rapazes buscando as moças para dançar ao som de Erasmo. Era a seção mela-cueca que muitos aguardavam.

A gravação original de Erasmo Carlos era lenta, em um estilo de balada.

No arranjo de Leo Jaime a música tomou um ritmo mais dançante, um verdadeiro bolero. Tipo dois-pra-lá, dois-pra-cá.

E, na de Adriana Calcanhoto, a canção volta ao estilo de balada.

Apesar do grande sucesso feito por Erasmo Carlos, depois do final da Jovem Guarda a música ficou meio “adormecida” e retornou com força total no relançamento de Leo Jaime. Muitos jovens, que não viveram os anos 60, pensam que é uma composição dele.

Leo Jaime, rockeiro, grava um bolero e faz o maior sucesso. Vamos curtir.

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Roberto e Erasmo em uma nova leitura

Livreto.indd Quem diria que os sucessos do tempo da Jovem Guarda ainda estariam agitando as platéias desse novo milênio.

Mas continua, e é o que prova Luiza Possi, que gravou “O Portão” com uma leitura mais para o “rock”, mais pesado.

O sucesso da dupla Roberto Carlos e Erasmo Carlos foi lançado por Roberto em seu álbum de 1974.

O vídeo, que você vai assistir abaixo, faz parte do DVD de Luiza Possi, Seguir Cantando, lançado em 2011.

Luiza, que nasceu no ano de 1984, grava e curte uma canção lançada 10 anos antes de seu nascimento. O mesmo acontece com a maioria dos jovens de hoje, que curtem sucessos dos anos 60, 70 e 80.

Enfim, parece que a Jovem Guarda ainda está viva, mesmo que em uma nova leitura.

Vamos curtir.

Eu gostei. E você ? Deixe um comentário.

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As obras de Imperial

Roberto Carlos e Carlos Imperial Carlos Eduardo da Corte Imperial, conhecido simplesmente por Carlos Imperial, foi um produtor artístico e personalidade do show business brasileiro.

Imperial foi pianista e acordeonista, tendo feito algumas participações no conjunto Os Terríveis, além de compositor e de ter influído no lançamento da carreira de vários artistas famosos.

Hoje vamos postar dois “sambas” compostos por Carlos Imperial, no ano de 1959.

No final da década de 50, Imperial passou a apresentar o programa Clube do Rock na TV Tupi. Seu conterrâneo, Roberto Carlos (Carlos Imperial também nasceu em Cachoeiro do Itapemirim – ES), lançado pelo programa, apresentava-se cantando “bossa nova”. Em 1959 Imperial compôs “João e Maria“, em parceria com Roberto, e “Fora do Tom“, dois “sambas” que foram gravados por Roberto Carlos.

Este foi o primeiro disco gravado por Roberto Carlos, em 78 RPM.

Imperial desejava lançar Roberto como o “príncipe da bossa nova“, mas o cantor foi considerado imitador de João Gilberto e o disco não fez sucesso.

Ouça e curta: “João e Maria“, de Imperial e Roberto, na voz de Roberto Carlos.

Agora ouça e curta: “Fora do Tom“, de Imperial, na voz de Roberto Carlos.

Segundo o bordão de Imperial: “Dez, Nota Dez !”.

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