Roberto e Erasmo em uma nova leitura

Livreto.indd Quem diria que os sucessos do tempo da Jovem Guarda ainda estariam agitando as platéias desse novo milênio.

Mas continua, e é o que prova Luiza Possi, que gravou “O Portão” com uma leitura mais para o “rock”, mais pesado.

O sucesso da dupla Roberto Carlos e Erasmo Carlos foi lançado por Roberto em seu álbum de 1974.

O vídeo, que você vai assistir abaixo, faz parte do DVD de Luiza Possi, Seguir Cantando, lançado em 2011.

Luiza, que nasceu no ano de 1984, grava e curte uma canção lançada 10 anos antes de seu nascimento. O mesmo acontece com a maioria dos jovens de hoje, que curtem sucessos dos anos 60, 70 e 80.

Enfim, parece que a Jovem Guarda ainda está viva, mesmo que em uma nova leitura.

Vamos curtir.

Eu gostei. E você ? Deixe um comentário.

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As obras de Imperial

Roberto Carlos e Carlos Imperial Carlos Eduardo da Corte Imperial, conhecido simplesmente por Carlos Imperial, foi um produtor artístico e personalidade do show business brasileiro.

Imperial foi pianista e acordeonista, tendo feito algumas participações no conjunto Os Terríveis, além de compositor e de ter influído no lançamento da carreira de vários artistas famosos.

Hoje vamos postar dois “sambas” compostos por Carlos Imperial, no ano de 1959.

No final da década de 50, Imperial passou a apresentar o programa Clube do Rock na TV Tupi. Seu conterrâneo, Roberto Carlos (Carlos Imperial também nasceu em Cachoeiro do Itapemirim – ES), lançado pelo programa, apresentava-se cantando “bossa nova”. Em 1959 Imperial compôs “João e Maria“, em parceria com Roberto, e “Fora do Tom“, dois “sambas” que foram gravados por Roberto Carlos.

Este foi o primeiro disco gravado por Roberto Carlos, em 78 RPM.

Imperial desejava lançar Roberto como o “príncipe da bossa nova“, mas o cantor foi considerado imitador de João Gilberto e o disco não fez sucesso.

Ouça e curta: “João e Maria“, de Imperial e Roberto, na voz de Roberto Carlos.

Agora ouça e curta: “Fora do Tom“, de Imperial, na voz de Roberto Carlos.

Segundo o bordão de Imperial: “Dez, Nota Dez !”.

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Relembrando Lafayette, ou, essa também não é do Rei

As 14 Mais Mais um sucesso gravado por Roberto Carlos mas que foi composto por outra pessoa.

Estamos falando de Helena dos Santos, a “Compositora do Rei”.

Já postamos um outro sucesso de Helena, gravado por Roberto em 1963. Mas a canção de hoje foi lançada em 1967.

Vale a pena curtir e relembrar o belo solo de acompanhamento que Lafayette executa com seu teclado.

Com vocês: “Fiquei Tão Triste”, de Helena dos Santos, interpretado por Roberto Carlos e Lafayette e seu Conjunto.

A música, além de ser lançada em Compacto Simples, fez parte do álbum As 14 Mais – Vol. XX, do ano de 1967.

Fala-se que “Fiquei Tão Triste” é um desabafo de Helena dos Santos quando a imprensa falava que ela tinha brigado com Roberto Carlos, por causa do livro que escreveu. O livro, intitulado “O Rei e Eu“, que conta detalhes de sua relação com Roberto Carlos, sob foi lançado em 1970.

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Um sucesso VIP

Os Vips Claro que estamos falando da dupla de cantores que atuou na época da Jovem Guarda: Os Vips.

A dupla era formada pelos irmãos Ronaldo Luís Antonucci e Márcio Augusto Antonucci, que anteriormente cantavam, separadamente, músicas em inglês sob os nomes de Ronald Red e Jett Williams.

Um dos maiores sucessos da dupla foi uma canção de autoria de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, chamada “A Volta”, gravada em 1966.

O sucesso foi regravado pela dupla, em 1991, em um show, ao vivo, de “retorno” da Jovem Guarda. O álbum vendeu mais de 300.000 copias.

Vale a pena relembrar e curtir.

A Jovem Guarda marcou época nas gerações de 50, 60 e 70.

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Outra que não é do Roberto

Roberto e Tim - 1985 Muitas vezes as pessoas creditam ao intérprete a composição da música. Isso acontece, fortemente, com as músicas de Roberto Carlos.

Basta a música ter sido gravada pelo “Rei” e as pessoas já pensam que ele é o autor.

É bem verdade que ele compôs várias canções em parceria com Erasmo Carlos. Aliás, uma parceria que começou quando Roberto ia se apresentar cantando uma música de Elvis Presley, “Hound Dog”  (na época ele fazia cover do Elvis) mas não tinha a letra, então lhe foi apresentado o Erasmo que lhe emprestaria o disco.

Mas, hoje vamos relembrar uma bela canção, um verdadeiro “Soul”, que o saudoso Tim Maia escreveu para Roberto Carlos gravar no álbum de 1969 e fez parte da trilha sonora do filme Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa, de 1970: “Não Vou Ficar”.

Na verdade Tim queria que Roberto gravasse “Você”, composta por ele, mas o “Rei” não aceitou e Tim gravou e fez o maior sucesso em 1971.

Então, vamos curtir “Não Vou Ficar” na interpretação de seu autor: Tim Maia.

E então, qual a interpretação que você prefere?

A do Roberto ou a do Tim?

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