Voltando aos nomes de mulheres, a vez de “Amélia”

Caio Martinez Essa é uma pérola de nossa MPB. O samba, composto por Ataulfo Alves e Mário Lago, foi gravado pelo próprio Ataulfo acompanhado por Jacob do Bandolim, no ano de 1942.

Também foi foi um grande sucesso no carnaval daquele ano, sendo tocada no baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

O nome do samba: “Ai! que saudade da Amélia”.

Para muitos, inclusive para o próprio Ataulfo, Améliasimbolizava a companheira ideal, a mulher de verdade”.

Me lembro, na década de 60, a rapaziada se reunindo para cantar algumas músicas, acompanhadas de um violão e várias garrafas de cerveja. Como sempre, os cariocas com seu jeito gozador, acrescentaram à letra da música as frases “Por Cima” e “Por Baixo”, alternadamente, ao final de cada frase cantada. Isso, naquela época, era visto como uma indecência. Não imaginávamos o que seria apresentado nas novelas das 6 ou das 7 dos dias atuais.

Bem, o samba todos conhecem, mas esse arranjo que encontramos no YouTube é especial. Trata-se da interpretação de “Caio Martinez e a Gafieira Elétrica”, um projeto bem interessante.

Vale a pena curtir.

Aposto que você cantou com a jeito carioca….

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Pérola Negra

Luiz Melodia Hoje acordamos com a triste notícia de falecimento do cantor/compositor Luiz Melodia.

Luiz Melodia tinha apenas 22 anos e vivia no Morro de São Carlos, no bairro do Estácio – Rio de Janeiro, quando foi “descoberto” por dois grandes freqüentadores do morro: o poeta Wally Salomão e o jornalista Torquato Neto.

Wally introduziu Melodia na turma “tropicalista”, enquanto Torquato, através da sua coluna no jornal “Última Hora”, divulgava o trabalho desse jovem magrinho com composições interessantes do Morro de São Carlos.

Daí, através de Wally, Gal Costa conheceu Luiz Melodia, que se tornaria um de seus compositores prediletos.

A primeira canção que foi gravada por ela foi “Pérola Negra”, no disco “Gal a Todo Vapor” de 1972.

Nesse mesmo ano, Maria Bethânia gravou uma outra composição de sua autoria: “Estácio, Holly Estácio“.

Depois disso foram inúmeros sucessos, que abrilhantam a nossa MPB.

Vamos relembrar e curtir “Pérola Negra”, na interpretação do autor.

O músico faleceu na madrugada do dia 4 de agosto de 2017, aos 66 anos de idade, em decorrência do agravamento de um câncer na medula óssea.

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Adeus ao Sambista

Almir Guineto Na data de hoje faleceu o compositor/sambista Almir Guineto, um dos fundadores do grupo Fundo de Quintal.

Entre tantos outros sucessos, hoje vamos relembrar o samba que cruzou o espaço sideral, indo parar em Marte.

Uma composição de Jorge Aragão, Almir Guineto e Luiz Carlos.

Em 1997, a engenheira brasileira da NASA, Jacqueline Lyra, programou para ‘acordar’ o robô em Marte com a música “Coisinha do Pai”, grande sucesso de seu repertório, na bela gravação de Beth Carvalho.

Vamos relembrar, em uma singela homenagem a Almir Guineto.

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O grande sucesso de Bororó

Luciana Mello Alberto de Castro Simões da Silva, o Bororó, iniciou sua carreira de compositor em 1920. Não teve uma grande produção, entretanto, seu maior sucesso, gravado em 1939 por Sílvio Caldas, continua sendo cantado por vários artistas.

A canção jab foi gravada por Elis Regina, Nara Leão, João Gilberto, Ney Matogrosso, Jacó do Bandolim, Luís Bonfá, Cauby Peixoto e, mais recentemente, Luciana Mello.

Também foi gravada em dueto de violão e acordeom por Dominguinhos e Yamandu Costa.

Enfim, um sucesso de agrado geral. O nome do samba: “Da Cor do Pecado”.

Hoje vamos curtir Luciana Mello interpretando a música, que fez parte da trilha sonora da novela de mesmo nome, exibida pela TV Globo no ano de 2004.

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As obras de Imperial

Roberto Carlos e Carlos Imperial Carlos Eduardo da Corte Imperial, conhecido simplesmente por Carlos Imperial, foi um produtor artístico e personalidade do show business brasileiro.

Imperial foi pianista e acordeonista, tendo feito algumas participações no conjunto Os Terríveis, além de compositor e de ter influído no lançamento da carreira de vários artistas famosos.

Hoje vamos postar dois “sambas” compostos por Carlos Imperial, no ano de 1959.

No final da década de 50, Imperial passou a apresentar o programa Clube do Rock na TV Tupi. Seu conterrâneo, Roberto Carlos (Carlos Imperial também nasceu em Cachoeiro do Itapemirim – ES), lançado pelo programa, apresentava-se cantando “bossa nova”. Em 1959 Imperial compôs “João e Maria“, em parceria com Roberto, e “Fora do Tom“, dois “sambas” que foram gravados por Roberto Carlos.

Este foi o primeiro disco gravado por Roberto Carlos, em 78 RPM.

Imperial desejava lançar Roberto como o “príncipe da bossa nova“, mas o cantor foi considerado imitador de João Gilberto e o disco não fez sucesso.

Ouça e curta: “João e Maria“, de Imperial e Roberto, na voz de Roberto Carlos.

Agora ouça e curta: “Fora do Tom“, de Imperial, na voz de Roberto Carlos.

Segundo o bordão de Imperial: “Dez, Nota Dez !”.

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